Halloween

A celebração de Halloween, conhecida popularmente como “Dia das Bruxas”, é o produto da mescla de muitas tradições, desde a sua origem.


Halloween é uma festa popular nos Estados Unidos e que, aos poucos, está sendo introduzida no Brasil por conta das escolas de Inglês. Hoje a festa já faz parte do calendário de muitas instituições de ensino, as quais incentivam as crianças a irem para a aula com trajes típicos no dia 31 de outubro, quando se comemora o Halloween.


Halloween é a mescla entre a celebração dos mártires do Cristianismo e a festa pagã Samhain (culto aos mortos), praticada pelos celtas. Levada aos EUA pelos irlandeses no século XIX ficou conhecida como o dia das bruxas. Originalmente a celebração começava no dia 30 de outubro estendendo-se até ao dia 2 de novembro, dia de finados. A festa era presidida pelos sacerdotes druidas que atuavam como médiuns. Os celtas acreditavam que nesse dia os mortos, que estavam todos num bom lugar, voltavam para visitar suas antigas casas e seus familiares e para guiá-los rumo ao outro mundo.


Para a cristandade o “Dia dos Mártires”, depois estabelecido como “Dia de todos os Santos” teve início na igreja Síria no IV século. Na França, entre os séculos XIV e XV, nesse dia começaram a usar disfarces, pintando os muros dos cemitérios com a figura do diabo puxando pessoas para dentro das tumbas. O Halloween converteu-se também numa festa inglesa. A tradição dos doces – conforme praticada pelas crianças na América – tem, ironicamente, sua origem entre os protestantes da Inglaterra entre 1500 e 1700. O conflito entre protestantes e católicos estava instalado. No dia da sua celebração os protestantes batiam na casa dos católicos com as mesmas ameaças exigindo cerveja e pastéis. Nos EUA as crianças dizem trick or treat (doce ou travessura). Por ser popular e aceita pela cultura daquele país, é normal as famílias estarem prevenidas com doces para aquele dia, incentivando a perpetuação da festa.


Como crentes em Jesus, devemos rejeitar qualquer tipo de celebração que tenha origem no paganismo (Samhain dos celtas) e na idolatria (Dia de Todos os Santos, da Igreja Católica). O Halloween traz consigo esta mescla. A festa educa as crianças a aceitarem pacificamente a convivência com a morte no seu sentido perverso e com as bruxas, cuja figura típica é a de uma velhinha feiticeira que pratica a maldade. No dia de Halloween as crianças são anistiadas pelas peraltices que fazem.


O diabo está sempre buscando ocupar espaços destinados a coisas boas como é o caso do dia 31 de outubro. Nesse dia há duas grandes comemorações: uma é a da colheita, por isso é costume nos EUA colocarem um feixe de palha e uma abóbora na porta das casas; mas, o diabo resolveu usar a abóbora para fazer com ela uma carranca, com dentes, olhos e uma vela acesa dentro. A abóbora foi incluída no Halloween. O dia 31 de outubro é também o dia da Reforma Protestante. Foi em 31 de outubro de 1517 de Martinho Lutero afixou suas 95 teses contra o sistema católico romano, reivindicando o retorno ao Cristianismo bíblico pelas cinco “solas” que regem o Cristianismo: sola fide; sola Scriptura; solo Christus; sola gratia e soli Deo glória (só a fé; só as Escrituras; só Cristo; só a graça e só a Deus Glória).


Na condição de salvos em Cristo devemos tanto estar atentos aos costumes dos povos como também discernir as coisas que têm sua origem no mundo das trevas e proteger os nossos filhos delas. Vale aqui o que o Senhor disse ao seu povo: “E não andeis nos costumes das nações que eu expulso de diante de vós, porque fizeram todas estas coisas; portanto fui enfadado deles” (Lv 20:23).

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